Santander Seguros dobra de tamanho |
Gazeta Mercantil |
A área de seguros do Santander vai dobrar de tamanho em 2007. Essa é a expectativa de Gilberto Abreu, responsável pelas operações do grupo espanhol. Se os resultados do primeiro bimestre se mantiverem, realmente a empresa terá o dobro do tamanho obtido em 2006, quando já passou a figurar entre as 10 maiores seguradoras do Brasil.
No primeiro bimestre deste ano, as duas seguradoras do grupo - Santander Seguros e a Santander Banespa Seguros - movimentaram prêmios de R$ 238 milhões, crescimento de 92%. "Entramos o ano com o pé direito", disse ele. "Nossa meta é manter esse percentual de evolução durante este ano", acrescentou Abreu.
Na verdade, o aumento das vendas é fruto de investimentos já feitos no ano passado em tecnologia, como também na definição da estratégia, que até o ano passado estava indefinida. "Fizemos investimentos pesados em tecnologia que nos trouxeram flexibilidade para lançarmos produtos", disse ele, que promete muitas novidades ainda para este ano.
Atualmente, o balcão de vendas do banco está dividido e coordenado pela corretora cativa da instituição. Vida, previdência, acidentes pessoais, residencial e capitalização são produtos exclusivos das seguradoras do grupo. Já seguros como automóvel e riscos empresariais são ofertados por outras seguradoras, como Liberty, AGF, Marítima e Chubb.
Outro ponto positivo foi a ofensiva do banco para manter a conta de funcionários públicos, numa guerra acirrada com a Nossa Caixa. Ofertar bons programas de seguros também estava na lista de benefícios que o banco ofertou a esses clientes. "Fizemos ofertas com coberturas diferenciadas. Tudo o que estava ao nosso alcance para preservar a base de clientes do banco, fizemos, e isso trouxe também um bom incremento nas vendas", contou Abreu. Todas essas iniciativas fizeram com que o grupo atingisse no primeiro trimestre a marca de 2 milhões de clientes, o dobro do número que tinha no início de 2006.
Segundo dados no site da consultoria Siscorp, o faturamento do Santander se concentra em VGBL, vida e acidentes pessoais, riscos patrimoniais e DPVAT. Em 2006, o crescimento foi de 14,3%, sendo que o VGBL representou 65,6% das vendas; vida e acidentes pessoais 27,8%; riscos patrimoniais 2,8% e DPVAT, 3,8%.
No primeiro bimestre deste ano, o Santander cresceu 92,2% devido ao forte desempenho de vida e acidentes pessoais e riscos patrimoniais. O VGBL passou a ter uma participação no mix de produtos de 31,3%, com crescimento de 19,4%, vida e acidentes subiu para 45,4%, com crescimento de 129,3%; riscos patrimoniais para 17,8%, com crescimento de 1855%; e DPVAT participou com 5,5%, alta de 7%. Parte do crescimento de risco patrimonial se deu pela transferência da carteira do seguro residencial que estava no grupo SulAmérica para a seguradora do grupo espanhol.
Seguradora: responsabilidade por problemas em imóveis do SFH |
Seguros em Dia |
A Caixa Seguradora S/A deve indenizar mutuários por vícios em imóveis decorrentes da construção. O entendimento é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar o recurso de Geni Moreira Fonseca e outros contra a decisão que entendeu ser de responsabilidade do construtor e de quem o escolheu a obrigação de indenizar, e não da seguradora.
No caso, os mutuários do Sistema Financeiro da Habitação ajuizaram ação de indenização securitária alegando que, passados "mais de cinco anos da comercialização, os autores passaram a perceber a ocorrência paulatina de problemas físicos nos seus imóveis que iam crescentemente dificultando o seu uso, comprometendo o conforto e desestabilizando a edificação".
Pediram, assim, a condenação da seguradora no pagamento da importância apurada em perícia como necessária para a recuperação dos imóveis sinistrados, com a devida atualização monetária, e o pagamento da "multa decendial de dois por cento dos valores dos consertos, para cada dez dias ou fração de atraso, a contar de sessenta dias das datas das comunicações de sinistro, cumulativamente, até o limite da obrigação principal".
Em primeiro grau, o pedido indenizatório foi julgado procedente na quantia total de R$ 193.759,23, individualizado o montante para cada autor, atualizada a importância pelos índices oficiais de correção monetária a partir da elaboração do laudo pericial, ou seja, 20/12/2002, "acrescida da multa convencional de 2%, a ser computada a partir do sexagésimo dia após a data de recebimento dos avisos de sinistro e ainda de juros moratórios à taxa de 6% ao ano a contar da citação".
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) julgou improcedente a ação entendendo que, sendo os vícios de construção, a responsabilidade é do construtor ou de quem o escolheu, não da seguradora, que não poderia fiscalizar a obra.
O relator, ministro Carlos Alberto Menezes Direito, destacou que o seguro habitacional oriundo dos contratos subordinados ao Sistema Financeiro de Habitação impõe a obrigação da seguradora de responder pelos danos físicos, não valendo a exclusão feita pelo TJSP no que concerne à responsabilidade do construtor.
Com relação à multa, o relator entendeu que, de fato, tem destinação específica ao financiador, não sendo possível vinculá-la aos adquirentes. Todavia, segundo o ministro, prevalece o entendimento acolhido pela ministra Nancy Andrighi em seu voto-vista no sentido de que a multa não se situa exclusivamente no âmbito do financiador, daí o restabelecimento integral da sentença.
"Destarte, conheço do especial em parte e, nessa parte, dou-lhe provimento para restabelecer a sentença, salvo no que se refere à multa decendial", decidiu.
Manter clientes exige sofisticação |
Gazeta Mercantil |
Executivo da Sul América Investimento aposta no bem-estar para vencer concorrência. Marcelo Mello tem o que se pode chamar de uma trajetória profissional de sucesso. Com 34 anos, é vice presidente da Sul América Investimentos. Há dez anos, quando começou no grupo, juntamente com a área de asset management, garimpava clientes institucionais interessados em uma gestão diferenciada de patrimônio. "Tínhamos R$ 500 milhões em recursos administrados. Hoje são mais de R$ 10 bilhões", comenta com certo orgulho.
Mello formou-se em administração de empresas pela Faculdade Armando Álvares Penteado (Faap), fez mestrado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), e passou por vários cursos de especialização no Brasil e no exterior, focados em previdência e investimentos. Dentro da empresa, foi gerente comercial por cinco anos; passou a ser superintendente comercial e um ano depois já ocupava a diretoria comercial, onde permaneceu por um ano e meio. Atualmente respondendo diretamente ao presidente e herdeiro do grupo Sul América, Patrick Larragoiti.
Quando começou na Sul América, o cenário de investimentos era totalmente diferente. "A taxa de juro era muito alta e com isso as administradoras tinham um papel passivo", comentou. Mas tudo começou a mudar depois das várias crises que derrubaram os mercados financeiros, como a da Rússia, da Ásia e a da Argentina, em 2001. E também teve a crise interna, quando a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão regulador de fundos, pediu que todas as instituições precificassem seus ativos a preço de mercado, o que gerou um grande problema aos administradores. Até então os fundos de renda fixa eram vistos como um porto seguro. "E de repente os fundos de renda fixa tiveram cotas negativas com a marcação a mercado. Isso deixou o investidor ressabiado", lembrou.
Segundo Mello, hoje o cenário é de queda de juros, o que torna a concorrência mais acirrada. A bola da vez é sofisticar cada vez mais a gestão. Antes os administradores brigavam só pela taxa de administração. Hoje a grande maioria busca qualidade de gestão e uma equipe qualificada. "Não podemos pensar em serviços só quando a taxa de juros estiver num patamar abaixo de dois dígitos", disse. "Vence quem tiver produtos diferenciados, taxas adequadas, serviços, além de estar adequado às melhores práticas de governança. E estamos com o time preparado. Não só em gestão como também em compliance".
Segundo ele, a cobrança dos clientes por resultados é muito grande, tanto internamente como pelos clientes, que acompanham rankings diariamente. "O mercado está muito dinâmico. Todo dia tem produtos novos, a regulamentação muda a todo instante e há uma migração dos recursos para ativos que exigem maior especialização, com multimercados e ações. É como matar um leão por dia para manter a produtividade."
A fórmula para manter um ritmo crescente dentro deste cenário é ter uma equipe de sucesso, que segundo ele, é aquela que tem profissionais que almejam crescer dentro da organização, tendo como principal meta estar feliz com o trabalho que desempenha. "O time tem de buscar novos desafios, agregando valor a equipe. É preciso achar tempo para a parte acadêmica, pois ela é vital para esta atividade de negócio", disse.Mas como achar uma brecha para estudar? Segundo ele, o grande desafio é conseguir equilibrar o tempo, pois isso beneficiará a todos. "É uma correria trabalhar, estudar e praticar esportes, mas é vital se você quiser ter sucesso no seu dia a dia num mercado tão concorrido como o de administração de recursos", disse o triatleta e maratonista. Principalmente agora, que falta pouco para que os fundos possam aplicar recursos no exterior. "Isso exige muito especialização e conhecimento do profissional", acrescentou.
A estratégia de aliar o lado executivo, acadêmico, esportista e senso de equipe tem dado certo. Mesmo com todas as crises, a Sul América continuou num ritmo crescente. Em 2005, os ativos administrados evoluíram 25% e no ano seguinte 28%, enquanto o mercado cresceu 20% e 24%, respectivamente. Hoje o grupo administra investimentos de 70 fundações, 30 empresas e 50 distribuidores, como bancos e family office. Em 2007, a aposta é crescer entre 18% e 20%, para R$ 12 bilhões em ativos. "Estamos alinhados", disse Mello, que vive na ponte área São Paulo/Nova York, onde busca aprimorar o conhecimento da equipe com a expertise do sócio ING, que administra US$ 600 bilhões em ativos no mundo.
Marketing interno avançará entre as empresas brasileiras |
DCI |
Com a adoção de campanhas de endomarketing (área que alia estratégias de marketing a práticas de comunicação interna) e de incentivo, com concursos e premiações, empresas tem procurado motivar suas equipes a conseguir melhores resultados. O interesse das companhias nesta área também tem ajudado a impulsionar os negócios das empresas que atuam neste mercado.
É o caso da Plus Advance, agência de marketing promocional que criou um concurso que premiará com viagens equipes de promotores que conseguirem criar a melhor exposição para os produtos da LG nos pontos-de-venda. A ação conta com a participação de 1.363 lojas e 200 promotores, com 3.050 exposições cadastradas, e será executada no período de vendas que antecede o Dia das Mães. A intenção da agência é se destacar na disputa por mais visibilidade nesta data, que é considerada o segundo “Natal” para o varejo.
"O principal objetivo da campanha é gerar mais espaço para a LG, fazendo com que os nossos promotores consigam os pontos maiores e mais visíveis dentro das lojas e neles consigam montar a melhor exposição, com uma diversidade maior de produtos. Quanto mais espaços conquistados, melhor é a visibilidade dos produtos. Uma exposição na frente da loja, por exemplo, vale mais do que no fundo; se a exposição conseguir agregar materiais promocionais, também gera mais pontos, e por aí vai", explica Juliana Veríssimo, gerente de Planejamento estratégico da Plus Advance. Segundo ela, a ação tem resultado em um acréscimo de 30% nas vendas da marca em relação ao período do Natal, quando a agência atendeu a empresa, porém sem investir em ações de incentivo.
Outra meta que a campanha pretende alcançar é a de estreitar o relacionamento dos promotores com gerentes e vendedores das lojas, já que eles também serão contemplados com prêmios. "Os promotores têm de conquistar os espaços junto aos gerentes e vendedores. Queremos motivá-los na conquista do espaço. A equipe que fizer mais pontos, ganhará prêmios no final, assim como a equipe da loja da exposição vencedora, porque ela terá ajudado os promotores", afirma. Segundo a gerente, serão premiadas as lojas que tiveram melhor representação de vendas. Nelas, o gerente indicará quem foi o vendedor que vendeu mais produtos da LG.
A Plus Advance recruta e terceiriza mão-de-obra para empresas que promovem ações promocionais em pontos-de-venda e eventos. De acordo com a gerente, esta é uma estratégia que a empresa costuma adotar internamente para motivar a mão-de-obra que atua de forma temporária no segmento. "Já fizemos outras campanhas internas de incentivo para oferecer promotores motivados e que gerem resultados. Atualmente, temos cerca de 1 mil promotores atuando em 30 clientes, e percebemos uma melhora no estímulo aos profissionais", analisa.
Raposo Shopping
O Raposo Shopping é outra que está apostando em ações de incentivo para melhorar resultados. Neste caso, o atendimento de suas lojas. A administração do shopping acaba de implantar o projeto "O Raposo é Mais Você", que inclui uma série de ações motivacionais e de capacitação profissional até o mês de outubro. "Em 2006, detectamos que 90% das reclamações recebidas em nosso ?Fale Conosco? na Internet referiam-se ao atendimento das lojas. A partir daí, detectamos a necessidade de trabalhar com as equipes de vendas", explica Kelly Seixas, gerente de Marketing do shopping. Segundo ela, após a constatação, o shopping realizou uma consulta entre os locatários para a realização de um programa de capacitação, que contou com a adesão de 50% dos lojistas.
No entanto, um dos maiores desafios da administração é criar interesse dos funcionários das lojas em participar dos treinamentos. "Para capacitar as equipes, precisamos criar estímulos para que eles venham, por isso criamos uma campanha de endomarketing. Mesmo oferecendo cursos gratuitos, voltados para o seu próprio desenvolvimento profissional, eles precisam ser estimulados. Há uma rotatividade alta neste segmento, por isso precisamos gerar credibilidade às equipes", afirma.
O programa pretende capacitar cerca de mil funcionários das lojas e da administração e está dividido em uma série de etapas, que contemplam workshops, palestras, treinamentos, reuniões de grupos e premiações. Uma delas visa a capacitar cada loja individualmente, através da atuação de um cliente oculto e de um consultor de varejo. A avaliação julgará itens como vitrine e exposição de produtos e preços.
| Empresas mudam razão social para pagar menos impostos |
DCI |
Embora na grande maioria dos casos se trate de uma manobra ilegal, aumentou nos últimos meses o número de empresas que mudaram seu objeto social - por onde se determina o que ela fará - para se enquadrarem em alíquotas menores no Super Simples. O novo imposto começa a valer a partir de julho. Consultorias tributárias ouvidas pelo DCI confirmaram que a prática teve ampliação, mas lembraram que se trata de uma operação arriscada caso não se tenha como provar a nova atividade.
Quem mais se vale deste expediente são alguns setores de serviços que serão tributados conforme o Anexo V da Lei Complementar 123/2006, que criou o Super Simples. Faz parte deste grupo empresas de administração e locação de imóveis, academias, escolas de esportes, produtoras e licenciadoras de softwares, produção e manutenção de páginas eletrônicas, escritórios contábeis e serviço de vigilância, limpeza ou conservação - que pagará uma alíquota maior caso o gasto com pessoal não ultrapasse 40% da receita bruta do mesmo período, além de pagar à parte as contribuições previdenciárias. Segundo simulações feitas pela consultoria contábil Confirp, estas empresas podem ter aumento de até 200% na carga tributária.
A troca normalmente se faz por atividades do setor de serviço tributadas pelo Anexo III - que inclui as contribuições previdenciárias na "cesta" de impostos quitados pelo Super Simples - e não possui a cláusula da relação com o gasto com pessoal - ou para uma atividade comerciária, que possui alíquotas ainda mais baixas. "Quem opta por fazer isso está simulando uma atividade que não possui, na grande maioria dos casos. É muito comum esta prática, mas é um artifício muito arriscado", disse Welinton Motta, gerente contábil da Confirp. "Tem gente que nem o objeto muda, e paga o tributo como se fizesse parte de outra atividade com alíquota menor", diz José Santiago da Luz, sócio diretor da divisão de Auditoria da RCS Auditoria e Consultoria.
Roleta russa
O risco desta mudança é a fiscalização da Super Receita descobrir que a empresa não se presta à atividade proposta no objeto social. Neste caso, a multa é salgada o bastante para quebrar uma pequena empresa. "Se for comprovada a simulação, é cobrado todo o imposto indevidamente não pago, além de uma multa que vai até 150% do imposto não pago. Tudo isso ainda tem correção pela taxa Selic", diz Motta. Ou seja, a empresa pode ser obrigada a pagar até o triplo do imposto que deixou de arrecadar.
"As chances de o fiscal pegar a empresa nesta fraude é enorme. Só de entrar na empresa já dá pra descobrir", disse Olívia Tonello, especialista em direito tributário da Barros Carvalho Advogados Associados e professora do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET). Nestes casos, conta a favor de quem usa desta prática o fato de o Fisco ter predileção por acompanhar mais de perto as grandes empresas ou setores onde há forte risco de fraudes tributárias. Ou seja, há chance de a empresa passar incólume. "Mas basta um ex-funcionário insatisfeito ou um concorrente delatar a empresa no Fisco para que a fiscalização ocorra", diz Motta. "É como uma roleta russa, o empresário vai brincar com a sorte."
Para quem prefere seguir a lei, os especialistas sugerem dois caminhos: optar pelo regime de lucro presumido - que aumentará a carga tributária da empresa, mas em quantidade menor que o Super Simples - ou entrar com ações na Justiça.
"É possível partir para ações preventivas para não pagar o tributo. Deve-se, neste caso, alegar a quebra do princípio da isonomia porque uma empresa menor, sem condições de contratar muitas pessoas, sai prejudicada com uma alíquota maior", explica Olivia. "Aliás, um imposto teoricamente criado para facilitar a vida do microempresário não deveria torná-lo ainda mais tributado”.
Dinheiro e felicidade: vida social interfere mais na felicidade do que salário |
Infomoney |
Qual é o preço da felicidade? Dinheiro e felicidade andam juntos? As duas perguntas são freqüentemente discutidas por pesquisadores, e chegar à uma conclusão definitiva nem sempre é uma tarefa fácil.
Em estudo recente realizado pelo Instituto de Educação, da Universidade de Londres, pesquisadores concluíram que o grau de felicidade de uma pessoa pode estar mais ligado à sua vida social do que aos seus rendimentos mensais.
Receita do sucesso: amigos todos os dias
De acordo com o estudo, amizades são mais importantes do que dinheiro, quando o assunto é felicidade.
Dados apontam que pessoas com salário em torno de R$ 3.300,00 por mês, mas que vêem seus amigos quase todos os dias, são tão felizes quanto as que ganham mais de R$ 30 mil e nunca, ou quase nunca, encontram seus amigos.
Segundo cálculos do estudo, aumentar o contato com amigos e parentes de uma a duas vezes por mês para quase todos os dias traz tanta felicidade quanto receber um bom aumento de salário.
"Os resultados mostram que fatores não-econômicos, como ter uma vida social ativa, podem fazer uma grande diferença na felicidade", afirma o autor do estudo, Dr. Nattavudh Powdthavee.
Para ele, a explicação é que as atividades sociais requerem a atenção no momento em que são vivenciadas e, por isso, deixam a sensação de prazer mais tempo na memória.
O preço da felicidade
Ter sucesso profissional , um bom salário no mês e ótimas perspectivas para o futuro são itens que compõem o sonho da grande maioria da população. No entanto, segundo o estudo britânica, alguns fatores devem ser levados em consideração antes de fazer da busca pelo melhor salário o único objetivo da vida.
"As pessoas estão cada vez mais se dedicando ao trabalho . Se isso as ajuda a ter melhores salários, também leva à deterioração de laços sociais e familiares, que são muito mais importantes para o seu bem-estar", conclui Powdthavee.
Mais mulheres aplicam em previdência privada, e mais cedo |
Valor Econômico |
Elas cada vez menos confiam aos homens seu sustento na aposentadoria. Segundo levantamento da Brasilprev com seus clientes, a participação das mulheres na receita dos planos de previdência da entidade cresceu, sem parar, de 29% do patrimônio em 1994 para 45% no início deste ano, imprimindo tons de rosa a esse mercado até pouco tempo dominado pelos homens. Estima-se que o mercado todo tenha números similares. "Temos a impressão de que as mulheres têm se preocupado mais com o futuro", diz José Eduardo Vaz Guimarães, diretor de marketing e produtos da seguradora.
A Brasilprev, empresa de previdência do Banco de Brasil em associação com o Principal Group, tem mais de 10% da receita acumulada do setor neste ano. Dos 970 mil clientes atuais da empresa, 390 mil, ou 41%, são mulheres. Indicaria também a preocupação maior das mulheres com o futuro o fato de elas ingressarem mais cedo nos planos e contribuírem por mais tempo. Em média, os clientes da seguradora começam a poupar para aposentadoria aos 34 anos, mas o público feminino ingressa aos 30.
Outro indício de que a mulher é mais consciente no trato com aplicações de longo prazo é que elas adotam mais a tabela regressiva de imposto de renda nos planos, diz Guimarães. A adesão é 20% superior a dos homens que escolhem o modelo de alíquotas decrescentes ao longo dos anos, que beneficia mais quem for disciplinado e permanecer por mais tempo.
No entanto, o valor médio de contribuição mensal das mulheres é inferior a do sexo masculino. Enquanto eles aplicam, em média, R$ 300,00 por mês, as investidoras colocam R$ 210,00. Contudo, segundo análise do banco de dados da Brasilprev, o público poupador feminino investe um tempo em média 20% maior do que o masculino.
A estudante e estagiária de relações públicas de 23 anos Marina Lourenção, por exemplo, tem um plano de previdência privada desde os 12 anos, que era acumulado pela sua mãe. Aos 21, ela poderia optar entre sacar e comprar um carro ou começar a investir do próprio bolso e continuar a guardar. A estudante de Santo André (SP) optou por manter o investimento. "A previdência social já está quebrada e quando eu me aposentar não terei nenhum dinheiro do governo para mim."
A Brasilprev já adota políticas de marketing específicas para abordar o público feminino e considera a possibilidade de lançar produtos específicos para esse público, como Planos Geradores de Benefícios Livres (PGBLs) e Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBLs) só para mulheres.
Endividamento crônico: saiba como combater esse mal |
Infomoney |
Passado o período de sufoco, com a quitação do último débito pendente, e o pagamento das inevitáveis despesas de início de ano - IPVA, IPTU, matrícula escolar e outras -, a maioria das pessoas respira aliviada...e se prepara para fazer mais compras às custas de um novo crédito ou financiamento.
Se você se identificou com essa situação, saiba que sofre de um mal que atinge 42 milhões de famílias no Brasil , segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE): o endividamento crônico.
Cura para o mal
Felizmente, essa epidemia financeira pode ser tratada e tem cura. O primeiro remédio, ou melhor, a primeira resolução a tomar para não contrair mais dívidas é controlar o impulso consumista. Reflita antes sobre suas reais necessidades e os motivos pelos quais vai realizar a compra. Em uma era em que o "ter" predomina sobre o "ser", as pessoas acabam se deixando levar pelos apelos publicitários, que geralmente incentivam compras pelo sistema de pagamento "a perder de vista", dando a ilusão de que parcelas pequenas cabem no bolso.
Na ânsia de adquirir cada vez mais, seja para ostentar o poder de consumo, seja para satisfazer uma frustração, ou até por compulsão, entre outros motivos, muitos adquirem produtos e serviços supérfluos, para não dizer inúteis, mesmo que essa aquisição envolva sacrifícios financeiros. Há casos em que a pessoa resiste em cortar ou diminuir gastos considerados fúteis, como a mensalidade da academia ou a ida semanal ao cabeleireiro, simplesmente por não saber priorizar o que é mais importante em sua vida, como a reserva financeira para o futuro ou uma provisão para imprevistos.
Quando não é possível resistir
Em determinadas situações, no entanto, fica praticamente impossível resistir às compras; o Dia das Mães é uma delas. Afinal, quase todo filho não quer decepcionar sua mãe deixando de presenteá-la nessa data especial, mesmo depois de ouvir críticas de que o dia foi criado puramente por razões mercadológicas.
Diante desse dilema, quem quiser manter o orçamento a salvo e não ser contaminado pelo "vírus" do endividamento crônico deve seguir à risca as prescrições do consumidor consciente. Antes de tudo, efetuar a velha pesquisa de preços, visitando não só diversos estabelecimentos como também avaliando opções de produtos. E aqueles que alegam falta de tempo ou que desanimam só de pensar em bater perna de loja em loja podem contar com as facilidades oferecidas pelos sites de busca de preços na internet .
Para quem for encarar uma jornada atrás do melhor preço, é importante sair preparado de casa , coletando o máximo de informações possíveis sobre o produto que vai adquirir e, se possível, levando o material de divulgação das lojas que vai visitar, caso precise questionar alguma divergência de preço ou alguma propaganda enganosa.
A pessoa deve ter em mente, também, que nem sempre o mais caro é o melhor. Às vezes, um presente alternativo e mais em conta para o bolso, mas dado com carinho sincero, pode fazer a diferença.
Pagamento à vista deve ser primeira opção
Escolhido o produto, é hora de fazer negócio . Neste momento, o ideal é analisar cuidadosamente as condições de pagamento, sem se deixar influenciar pelo bom papo do vendedor, que para não perder o cliente oferece financiamentos com prazos estendidos, mencionando apenas as supostas vantagens, como o baixo valor das parcelas, que se ajustam a qualquer tipo de renda (e de orçamento).
Mesmo com as quedas sucessivas dos juros do financiamento, devido às reduções da taxa Selic, o recomendável é optar pelo pagamento à vista, já que essa modalidade pode lhe dar, inclusive, poder de barganhar um desconto.
Fique de olho nos juros embutidos
Caso não seja possível, pois só agora o orçamento está retornando ao ponto de equilíbrio, a melhor alternativa é diminuir o número de parcelas, para não haver incidência de juros. Em último caso, se precisar recorrer ao pagamento a prazo com cobrança de juros, o consumidor deve ficar atento ao preço final, bem como as taxas incluídas, para que o produto não acabe custando o dobro ou até o triplo do que valeria se fosse pago à vista.
Nesse sentido, para facilitar o processo de pesquisa, um decreto publicado em dezembro do ano passado determina que as lojas e supermercados informem os preços de forma clara e precisa ao consumidor. O texto obriga, por exemplo, os fornecedores a divulgarem nas próprias vitrines os preços à vista e parcelado, bem como a taxa de juros e o número de parcelas, sendo que essas informações devem aparecer em caracteres legíveis (e não mais no formato minúsculo, como costumavam aparecer).
Em caso de descumprimento do decreto, que reforça direitos já previstos no Código do Consumidor, o comerciante pode ser penalizado com uma multa, que pode variar de R$ 212 a R$ 3,2 milhões, dependendo da infração, do porte do estabelecimento e da vantagem obtida com a irregularidade.
Com contratação de Eduardo Pitombeira para o cargo de Financial Lines Manager para a América Latina, inicia-se um forte processo de ampliação das linhas de negócios do Grupo Zurich no Brasil e em toda a região. Pitombeira ficará sediado no Brasil, por sua importância geográfica, pelas dimensões do mercado e também pelo substancial volume de negócios que poderá gerar e se reportará diretamente ao CUO regional Michael Raney, baseado em Miami, nova sede do Grupo para a América Latina desde novembro do ano passado.
Eduardo Pitombeira é formado em Direito pela Universidade São Francisco, em São Paulo, pós-graduado em Direito Empresarial e sempre atuou na indústria de seguros em importantes companhias multinacionais. A chegada do executivo, com larga experiência nos produtos de Financial Lines, faz parte de uma nova e importante estratégia de negócios com foco na oferta de produtos para riscos especiais.
A vinda de Eduardo Pitombeira sinaliza com precisão quais são as metas mais imediatas da empresa no sentido de implementar novos negócios. O executivo tem como atribuição implementar as transações de Financial Lines na América Latina, com destaque para o Brasil que deverá ser a principal operação. O Grupo almeja ser um dos três principais “players” deste segmento na região, considerando sua expressiva presença na América Latina.
“Nosso trabalho em Financial Lines vai ser desenvolver os inúmeros produtos que são integrantes desta área, inclusive alguns que ainda não estão no Brasil e nos outros países da Região. Por ordem de importância, o primeiro produto de Financial Lines a ser implementado é o D&O (Directors and Officers)”, já bastante difundido no Brasil. “Queremos trazer inovações para este seguro para atrair as empresas que ainda não o contratam muitas vezes por desconhecerem os riscos a que os executivos estão sujeitos” comenta Pitombeira. Ainda segundo o executivo, “a Zurich agirá de forma segmentada, criando critérios de desenvolvimento de produtos que privilegie a segmentação. Trataremos de forma diferenciada os clientes com necessidades diferentes”, explica Pitombeira.
Segundo Pedro Purm, presidente da Zurich Brasil Seguros, “Um dos benefícios dessa nova estratégia implementada regionalmente é a possibilidade da oferta de novos produtos. Nessa linha de Financial Lines, o Grupo tem uma sólida expertise em todo o mundo. São negócios já desenvolvidos em outros países e que devem ser trazidos para a Região. Toda essa movimentação na América Latina representa um novo ciclo para a Zurich, uma nova perspectiva de crescimento. Aumentar a oferta de produtos é o primeiro grande passo”, complementa Purm.
AIG lucra US$ 4,1 bi no trimestre |
Fenaseg |
O American International Group Inc. (AIG), maior grupo segurador do mundo por valor de mercado e que no Brasil é sócio do Unibanco, divulgou lucro líquido de US$ 4,1 bilhões no primeiro trimestre deste ano. Considerando-se ajustes, o ganho cresceu 30%, para US$ 4,39 bilhões. O lucro operacional com as operações de ramos elementares e responsabilidade civil ficou em US$ 2,98 bilhões, alta de 31,5% no primeiro trimestre deste ano. [3]
Em seguro de vida e aposentadoria o lucro subiu 5,1%, para US$ 2,5 bilhões, com as operações internacionais com crescimento de 13,9% e as operações domésticas declinando 5,7%. Na área de consumo financeiro, a AIG tem um portifólio de mais de US$ 24 bilhões em empréstimo, principalmente subprime. Na área de administração de ativos, a AIG mais do que dobrou o seu resultado, com US$ 786 milhões em lucro operacional no primeiro trimestre.
Seguros de vida para uso em vida |
CQCS |
Nos últimos anos, o seguro de vida tem se desvinculado daquela conhecida imagem “fúnebre”. Isso se deve, em grande parte, ao trabalho das seguradoras, responsáveis pela criação de produtos que agregam uma série de serviços e vantagens - o que os torna mais “palpáveis” no dia-a-dia. Há, também uma mudança no perfil da população de todas as classes sociais, que cada vez mais se preocupa em garantir a segurança financeira da família e a proteção de filhos, pais e agregados.
As companhias de seguro têm oferecido seguros de vida com diversas formatações, coberturas, benefícios adicionais e custos, voltados para diferentes nichos de mercado. Por essa razão, é de suma importância o interessado avaliar bem os produtos na hora de adquirir uma apólice, a fim de buscar o conjunto mais adequado para sua proteção.
Um bom exemplo de produto com características diferenciadas é o seguro exclusivo para mulheres. Cada vez mais independentes e assumindo o papel de chefes de família, elas já são responsáveis por boa parte das contratações de seguros de vida. Além de procurarem apólices que garantam o futuro para seus filhos, muitas mulheres, quando solteiras, contratam seguros de vida visando a proteção de seus pais e irmãos.
Muitas seguradoras já incorporaram em suas apólices voltadas às mulheres a cobertura para diagnóstico de câncer. Com tratamentos cada vez mais avançados, principalmente no caso de detecção precoce, as mulheres contam com um grande incentivo ao resgatarem parte da indenização contratada para auxiliar nas despesas médicas ou outros gastos associados. Em um cálculo aproximado, uma mulher não fumante, de 40 anos, que contrate uma cobertura de 50.000 reais para morte natural, morte acidental e diagnóstico de câncer (50% do capital de morte), paga mensalmente cerca de 37 reais pelo seguro hoje.
Há também no mercado produtos com características destinadas exclusivamente às classes A e B, com cobertura de até 15 milhões de reais para morte e invalidez permanente por acidente. Dentre os benefícios desses planos encontram-se serviços como assessoria empresarial (locação de equipamentos, salas para realização de eventos e indicação de profissional para trabalho temporário) e informações em viagens (referência de vacinas e vistos, endereços/telefones de embaixadas e consulados, condições de trânsito nas estradas e informações meteorológicas).
Alguns pacotes incluem, ainda, reservas em hotéis, envio de presentes de agradecimentos e boas-vindas (compra e entrega de flores, bebidas finas, cestas de presente, caixas de chocolate ou presentes originais), serviços de locação de autos, barcos, helicópteros ou aviões, reserva e compra de ingressos para teatro, espetáculos musicais, concertos, museus, shows, jogos esportivos, entre outros, e até reserva em restaurantes no Brasil e no exterior.
Não faltam opções no mercado. Por isso mesmo, a atenção precisa ser redobrada na hora de escolher o produto e a empresa seguradora. É como escolher uma tinta no enorme mostruário oferecido pelo vendedor: aparentemente, não há muita discordância entre as tonalidades de uma mesma cor. Na parede, no entanto, as nuances fazem toda a diferença.
Porto Seguro investe R$ 120 milhões até 2010 |
Monitor Mercantil |
A seguradora Porto Seguro anunciou nesta segunda-feira que pretende investir cerca de R$ 120 milhões em projetos de ampliação até 2010. Dentre eles, está a construção de um edifício de escritórios, a construção de um edifício para a instalação de uma Central de Processamento de Dados (CPD) e uma Central de Atendimento 24 horas que já está em fase final e deve ser inaugurada ainda este mês.
"Este valor de, aproximadamente, R$ 30 milhões por ano vem de recursos próprios", disse o diretor de relações com investidores, Mario Urbinati. De acordo com o executivo, estes são os projetos mais significativos, mas outros devem acontecer. "Tem projetos onde se gasta R$ 1 milhão, tem projeto onde se gasta R$ 800 mil", disse o executivo.
Azul Seguros
Sobre o braço da empresa Azul Seguros, os executivos explicaram que desde o começo há o cuidado para os interesses desta não se misturarem com os da própria Porto. "O cliente sabe quando ele quer Porto e quando ele quer Azul", disse o vice-presidente executivo da companhia, Fabio Luchetti, sobre a subsidiária que está nos planos de expansão geográfica da Porto. A Porto Seguro anunciou na última sexta-feira lucro líquido de R$ 97,3 milhões no primeiro trimestre de 2007, crescimento de 0,9% sobre o mesmo período de 2006.
Planejamento financeiro: não desanime com os obstáculos no caminho |
Info Pessoal |
Você está quase conseguindo alcançar o tão sonhado objetivo, seja pessoal ou profissional. Na última hora, porém, algo dá errado e você fica a ver navios. Sensação familiar? Provavelmente sim, pois isso é algo que ocorre com todos nós.
O importante nessa hora é não se desesperar. Boa parte do esforço feito para atingir tal objetivo pode valer muito para tentar novamente. Saber como ser racional e aprender as lições dos momentos difíceis é um dos principais segredos para atingir o sucesso.
Metas financeiras: conte com o inesperado
Este raciocínio vale também para as suas metas financeiras. É comum que as pessoas preparem um planejamento financeiro, que conta com várias etapas detalhadas. Mas, a certa altura, um obstáculo aparece e põe em risco todo o esforço já realizado. Lembre-se: dificilmente um cenário de "céu de brigadeiro" é a regra.
Portanto, quando começar a definir as suas metas, já se prepare para eventuais barreiras que possam dificultar o seu caminho. Por exemplo, você pode estar quase atingindo o objetivo de guardar dinheiro para comprar um carro novo, mas então o veículo atual quebra e você tem que gastar uma fortuna no mecânico.
Saber como adiar os planos e entender que, muitas vezes, isso faz parte do jogo: trata-se de uma importante lição que você aprende quando toma conta de suas finanças. Não são poucas as pessoas de sucesso que já passaram por sérias dificuldades financeiras e conseguiram reconstruir seu patrimônio.
Recursos e lições quer ficam
Na grande maioria das vezes, um obstáculo não irá destruir tudo o que você já fez, mas somente tornar o caminho um pouco mais longo. No caso do carro, por exemplo, uma despesa de R$ 5 mil pode reduzir o que você guardou para comprar o automóvel novo, mas não significa que você perdeu tudo.
Portanto, nada que mais alguns meses de esforço e poupança não resolvam. Certamente seria bem melhor não enfrentar essas despesas extraordinárias, mas também não é o fim do mundo. Você pode esperar um pouco mais para atingir seu objetivo.
Mesmo nos casos onde o obstáculo é maior, você não perde tudo. Mais do que qualquer coisa, os esforços que você teve para chegar perto do objetivo lhe ensinaram uma lição: com determinação e disciplina, você consegue. Se você foi capaz de poupar R$ 20 mil em dois anos, certamente pode fazer isso de novo.
Importante é manter a disciplina
No entanto, você somente conseguirá seguir rumo aos seus objetivos financeiros caso mantenha a disciplina. É muito comum que as pessoas desanimem e percam o incentivo para poupar após encontrar um obstáculo muito grande, principalmente se for de natureza pessoal.
Nessas horas, olhar para frente, ter orgulho das barreiras que você já conseguiu superar e saber que os esforços serão recompensados são atitudes que compõem a regra do jogo. Como diz o velho ditado, "dinheiro gera dinheiro". Portanto, quanto antes você se restabelecer da perda, mais rápido alcançará seus sonhos.
A Itaú Vida e Previdência foi reconhecida pela Revista Conjuntura Econômica como a maior empresa de Previdência Privada do País em patrimônio líquido e a melhor em margem operacional. O critério de premiação tem como base o desempenho econômico-financeiro das empresas no ano passado, segundo estudo preparado pela Divisão de Gestão de Dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (DGD/IBRE/FGV).
Em 2006, o lucro líquido do segmento de vida e previdência do Itaú atingiu R$ 421 milhões, o que significou um incremento de mais de 12% em relação ao ano anterior, resultado principalmente do aumento das receitas de planos de previdência e receita de serviços.
No período, a captação dos produtos de Previdência e VGBL da seguradora atingiu R$ 4,1 bilhões, avanço de 23,6% em relação a 2005. Já as provisões técnicas alcançaram cerca de R$ 16 bilhões, um crescimento de 35,2% em relação ao ano anterior, sendo os produtos de VGBL responsáveis por 64,2% do total das provisões, enquanto os PGBL representam 24,6% desse total.
Este é o terceiro ano consecutivo que a Itaú Vida e Previdência é eleita pela revista Conjuntura Econômica. ?Este reconhecimento é resultado de uma gestão de liderança em performance, baseada em comprometimento com a qualidade dos produtos e serviços e a satisfação dos clientes?, diz Osvaldo Nascimento, diretor executivo da Itaú Vida e Previdência. [5]
A premiação da revista Conjuntura Econômica, editada desde 1947 pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da Fundação Getulio Vargas, foi realizada ontem, dia 15 de maio, no auditório da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.